Acessibilidade

Direito de ir e vir? Sim, temos! Desde que seja dependendo da boa vontade das pessoas.

Para ir ao dentista.

O plano só cobria nessa clínica em Camaçari.
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E até mesmo ao Museu Geológico da Bahia. Cultura X Acessibilidade?
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7 Responses to Acessibilidade

  1. Raizane says:

    Fiquei impressionada com a falta de acessibilidade! No Corredor da Vitória, além da falta de estrutura nos passeios, tivemos que andar pelo meio da rua. Os museus não tem rampas, apenas escada enormes.

  2. Tia Camila says:

    Acessibilidade, so com politicas públicas reais, mutas, punições, resolveremos essa situação
    Como conheço a inreverencia de Camilia imagino o q perguntou a esse abeçoados q a ajudaram… rsr
    bj Mila

  3. André Luna says:

    Quero concordar com a Raizane. A cidade não foi planejada para os pedestres. Aliás, bastaria simplesmente dizer que a cidade não foi planejada. Se para os pedestres já está bem difícil a situação, imagina para o trânsito de cadeiras de rodas, muletas, idosos, etc, que dependem de certa regularidade no solo! São barracas em cima da calçada, carros sobre o meio-fio, ladeiras de estacionamento que invadem a àrea de trafego de pedestres. Tem muita coisa fora da ordem. A cidade serve aos automóveis, embora nem para eles ela tem sido devidamente pensada.

  4. André Luna says:

    EU QUERO VER SALVADOR SEDIANDO A COPA DO MUNDO!!! Não sei que manobra política se operou para privilegiar o Brasil em detrimento de Madrid onde mais de 60% das obras já estavam acabadas, onde as pessoas contam com a ONCE (Organización Nacional de los Ciegos Españoles), metrôs bem-equipados (e funcionando), etc, etc, etc, etc…Bastou umas dúzias de políticos precisarem se deslocar em Salvador durante a conferência da ONU que o trânsito foi reorganizado. As comitivas se deslocaram muito bem…às custas de congestionamentos enormes que a população teve que enfrentar. Assim fica fácil! Contraditoriamente, e infelizmente, aposto como o verde-amarelo vai vestir muita gente e como os gols da seleção canarinho vão fazer vibrar milhões (de pessoas e de dólares nos bolsos de uns poucos). Estamos, definitivamente, longe de nos distanciarmos da condição de colonizados que nos lembra nossa história.

  5. André Luna says:

    Falando em contradição, a Globo (querida Globo!) não foi capaz de ser mais fiel à realidade nem quando ela quis ”fazer uma ‘social’ com a galera” ao mostrar as dificuldades cotidianas que enfrentam as pessoas cujas limitações físicas tornam mais difícil driblar as já difícieis condições de vida nas cidades. Ponto de ônibus vazio? ônibus que pára rente ao meio-fio? Utilizar o serviço público de transporte usando jóias sem ser assaltado? ônibus vazio? Só Lady Laura mandando notícias do além pra gente entender…

  6. André Luna says:

    Isso tudo me fez lembrar um post antigo sobre acessibilidade num consultório de uma psicóloga, ocasião em questionei alguns argumentos que foram lá colocados. Nisso tudo ai tem uma noção de liberdade pra se considerar. Parece unanimidade que buscamos e desejamos liberdade. Liberdade de decidir o que fazer, de não ser impedido disso e também não ser forçado a fazer o que não se quer. Tendo em vista esses três sentidos de liberdade… Que liberdade teve o dentista para escolher em que prédio abrigar seu consultório (assim como a psicóloga na ocasião anterior)? Que educação teve esse dentista (e a psicóloga) no sentido de fazer ele acreditar que a acessibilidade é importante e, a partir disso, poder garantir a liberdade de deslocamento de seus clientes? Nenhuma barreira física impedia Camila de ir a outro consultorio, mas as limitações do convênio fizeram as vezes dessa barreira? Que liberdade temos para decidir sobre o pagamento de impostos? Que liberdade tem o governo em decidir por políticas mais ou menos inclusivas tendo em vista as limitações estruturais já instaladas nas cidades e nos espaços privados?

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