O CEDIMI é um centro de referência nacional e o primeiro da Bahia especializado no tratamento de alterações miccionais na infância.Crianças que fazem “xixi” na cama à noite (enurese noturna), ou que durante o dia não “seguram a urina” e que chegam até a urinar na roupa, ou crianças com bexiga neurogênica, agora têm um local para diagnóstico e tratamento do seu problema urinário. Também os pais serão educados como lidarem com o problema. Este centro trata todas as crianças com incontinência urinária, desde aquelas sem alterações neurológicas até aquelas com problemas neuropáticos importantes, como nos casos de mielomeningocele. O CEDIMI além da assistência às crianças é um centro de pesquisa renomado, com inúmeros trabalhos publicados nas principais revistas médicas do Brasil e do exterior. O CEDIMI consta de urologia pediátrica, fisioterapia, enfermagem, nutrição e psicologia, além de aparelhagem completa de urodinâmica.
A menina, antes de se tornar mulher, passa por uma série de mudanças físicas, hormonais e psicológicas, as quais fazem parte do que chamamos de puberdade.
A puberdade é um período de transição quando a menina deixa de ser criança para ser adulta, é uma fase, uma etapa com duração variável na qual as modificações do organismo são muito marcantes.
Nas meninas, a puberdade inicia-se entre 8 e 13 anos, sendo a idade média de 12 anos e três meses. Sabemos que vários fatores estão relacionados com o início da puberdade, mas ainda é desconhecido o fator desencadeante. Entre aqueles relacionados podemos citar: fator nutricional (a menina mais gordinha vai menstruar antes), raça (meninas negras entram na puberdade mais cedo que as brancas), estado de saúde, localização geográfica, fatores psicológicos, fator genético, atividade física, exposição à luz e restrição de crescimento intra-uterino.
O principal é o fator genético, entretanto, pouco ainda se conhece a respeito dos genes envolvidos neste processo.
A puberdade é marcada principalmente pelo que chamamos de “estirão” de crescimento, amadurecimento dos caracteres sexuais primários (gônadas e genitais) e pelo aparecimento dos caracteres sexuais secundários (mamas, pêlos axilares e pubianos e depósito de gordura na pelve).
Agora tenho 8 aninhos e sinto-me já uma pré-adolescente!
Minha festa foi linda!
Acompanhem como foi a comemoração desse dia tão especial…..
Meu primão e amigo Gabriel, sempre presente. Foi uma farra legal…amigos (nem todos vieram!). A família da mamãe, só faltou Tio Tuco que está viajando e a família do papai não pôde se fazer presente. Obrigada Peu e Lila, tia Olívia, Crato e Iana com Clarinha, ahhhh tio Belote…obrigadão por se fazerem presentes, vindo de tão longe…..
Meu bolo tão lindo e o toque especial do meu amigo André que acabou não ficando prá festa…obrigada André!
Vejam mais fotos aí do lado….na janelinha do flick – basta clicar!
Quem me acompanha lembra, quanto tempo fiquei carequinha e depois devagarzinho eles foram crescendo, crescendo, mas tão fininhos e tão pouquinhos.
E sempre fui apreciadora de cabelos longos.
Agora olha como estão.
“Agora ainda faltam, crescer até os pés, fazer uma chapinha e pintar de loiro.” (Hã?)
Desta vez com uma vantagem, por se tratar de um modelito, fashion e preto “dizem” que vai pesar pra mim. Então conseguimos trocar as lentes (Ah! o grau da minha miopia tem diminuído) da minha ultima armação e vou poder revezar e assim, não vai cansar minha beleza.
Do momento em que nasce uma criança com deficiência e esta é trazida para a casa, o clima emocional da família se transforma. Grande parte da reação inicial a esta notícia será determinada pelo tipo de informação fornecida, a forma como ela é apresentada e a atitude da pessoa que faz a comunicação. Estes aspectos citados serão bastante relevantes podendo determinar a aceitação desta criança no núcleo familiar. É pouco adequada a atitude dos pais em tentar disfarçar os fatos a fim de amenizar o choque dos familiares, principalmente em relação as crianças que conhecem tão bem a “psicologia” dos pais e sentem quando estão sendo enganadas.
Todos os pais que aguardam o nascimento de um filho idealizam essa criança que está por vir ao mundo, seja nos aspectos físicos ou comportamentais deste novo ser. Nos primeiros dias após o nascimento da criança é importante que os pais possam conciliar a imagem do bebê que formaram no período da gravidez (bebê idealizado) com as impressões que elas passam a ter deste bebê real. No caso de casais que venham a ter uma criança com qualquer deficiência este momento é muito mais difícil. Assim, alguns mecanismos de defesa surgem no psiquismo destes pais e são manifestos em comportamentos tais como:
Negação.
o pais negam a importância do problema. Após alta da maternidade médicos encaminham para avaliação em centro de reabilitação e os pais não realizam tal coisa.
Projeção.
o pais projetam a culpa sentida por eles próprios em pessoas próximas, geralmente nos profissionais envolvidos com a criança. Em alguns casos, colocam a culpa no próprio cônjuge.
Rejeição.
o Pais afastam-se do bebê, não por que não se preocupem, mas porque é doloroso demais preocupar-se tão profundamente e sentir-se ao mesmo tempo tão completamente impotentes.
Os filhos, cujos pais apresentam esse comportamento de rejeição podem desenvolver sentimentos que interfiram em seu comportamento tais como: ansiedade, tensão, sentimentos de inferioridade, auto conceito negativo, insegurança, falta de confiança em si, falta de iniciativa.
Superproteção.
Mãe. (geralmente nota-se esse tipo de comportamento nas mães) não permite que o filho sofra o mínimo de frustração que é importante para o seu desenvolvimento. Dessa forma, ela deixa de lado sua vida e passa a dirigir toda a sua atenção a esse filho. Frequentemente essa mulher passa a ter dificuldades no seu relacionamento conjugal e com os outros filhos. Ela não se sente digna de ter um momento para si, não consegue uma descarga adequada para as suas tensões e seu conflito aumenta.
A criança que a mãe manifesta esse tipo de conduta pode desenvolver comportamentos como: possessividade e egocentrismo, baixa tolerância à frustração, revolta ou apatia. É comum observarmos nesses pais sentimentos naturais de medo, dor, desapontamento, culpa, vergonha, frustrações e uma sensação geral de incapacidade e impotência. Todos esses sentimentos são naturais, pois são raros os seres humanos que poderiam aceitar de imediato um filho portador de uma deficiência.
Já falamos sobre o assunto aqui no blog. Agora, depois de ver uma materia na TV, nos animamos ainda mais.
A indicação da toxina botulínica tipo A em pacientes neurológicos foi destacada, de forma generalizada, quando estiver presente a espasticidade localizada num músculo ou grupo muscular irresponsiva à farmacoterapia antiespástica tradicional ou à fisioterapia convencional. Nesta situação o enfraquecimento controlado é benéfico, proporcionando a diminuição da dor e/ou espasmo e aumentando a amplitude de movimento (Allergan, 2003). Além disso, é indicada em: espasmos distônicos, distonia cervical, distonia faríngea, distonia oromandibular, cãibra, blefaroespasmo, espasmo palpebral, bruxismo, cefaléia, torcicolo, gagueira, tiques, lesões esportivas, síndrome miofacial, tremor etc. (Baiocato et al, 1999). A indicação no campo da estética é mais ampla, mas não é objetivo desse trabalho.
O Dr. Cristiano Milani, explica bem sobre o assunto. saiba mais.