Archive for the “cadeirantes” Category
10
07
2010
Centro de Distúrbios Miccionais na InfânciaPosted by: Aline in cadeirantes, meningocele, mieloO CEDIMI é um centro de referência nacional e o primeiro da Bahia especializado no tratamento de alterações miccionais na infância.Crianças que fazem “xixi” na cama à noite (enurese noturna), ou que durante o dia não “seguram a urina” e que chegam até a urinar na roupa, ou crianças com bexiga neurogênica, agora têm um local para diagnóstico e tratamento do seu problema urinário. Também os pais serão educados como lidarem com o problema. Este centro trata todas as crianças com incontinência urinária, desde aquelas sem alterações neurológicas até aquelas com problemas neuropáticos importantes, como nos casos de mielomeningocele. A menina, antes de se tornar mulher, passa por uma série de mudanças físicas, hormonais e psicológicas, as quais fazem parte do que chamamos de puberdade. A puberdade é um período de transição quando a menina deixa de ser criança para ser adulta, é uma fase, uma etapa com duração variável na qual as modificações do organismo são muito marcantes. Nas meninas, a puberdade inicia-se entre 8 e 13 anos, sendo a idade média de 12 anos e três meses. Sabemos que vários fatores estão relacionados com o início da puberdade, mas ainda é desconhecido o fator desencadeante. Entre aqueles relacionados podemos citar: fator nutricional (a menina mais gordinha vai menstruar antes), raça (meninas negras entram na puberdade mais cedo que as brancas), estado de saúde, localização geográfica, fatores psicológicos, fator genético, atividade física, exposição à luz e restrição de crescimento intra-uterino. O principal é o fator genético, entretanto, pouco ainda se conhece a respeito dos genes envolvidos neste processo. A puberdade é marcada principalmente pelo que chamamos de “estirão” de crescimento, amadurecimento dos caracteres sexuais primários (gônadas e genitais) e pelo aparecimento dos caracteres sexuais secundários (mamas, pêlos axilares e pubianos e depósito de gordura na pelve). Eu, mamãe, Davih, a vovó Dilza e nosso primo Gabriel fomos encontrar com Tio Belote, Tia Simone e Dantico para todos juntos assistirmos em 3D, o filme de Toy Store 3 – Obrigada Tio Belote! Foi muito legal com direito a pipocas, e lanches depois do filme. Dias depois, Tio Tuco, em Melbourne na Australia, foi tambem assistir e não resistiu quando viu essas estátuas do Wood e Buzz em tamanho gigante. Tirou e mandou prá nós. Quem depende de transporte público adaptado sabe bem da dificuldade que é.
Um SUPER exemplo que a “Tiazinha” deu ao manisfestor em prol da cadeirante Luciana. Nós, da família Camila, já nos deparamos com muitas pessoas como ela, que brigam pela causa. A luta continua, ficaremos na torcida para que a exposição da situação, na novela, abra portas para nós. Direito de ir e vir? Sim, temos! Desde que seja dependendo da boa vontade das pessoas. Para ir ao dentista. O plano só cobria nessa clínica em Camaçari. E até mesmo ao Museu Geológico da Bahia. Cultura X Acessibilidade?
17
03
2010
Baile de carnavalPosted by: dsnasc in Escola, Gracinhas, Visitas médicas, bobagens, cadeirantesVocês devem estar se perguntando: Baile de carnaval em março? Todos sabem também, dos meus “medos” de personagens e palhaços, pra nós da família que convivemos com ela, foi um grande avanço ela ter ido de muito boa vontade e coração aberto para a festa. E logo na chegada nos deparamos com o Jorge (o “outro diretor” da escola segundo Camila) vestido de pierrot, o suficiente para desencadear uma crise, e logo, muito bem assistida pela direção que conseguiu reverter a situação.
Tinha muitas fantasias e comilanças. Foi um festão! Passado o susto, ela curtiu MUITO a festa, dançou MUITO se divertiu MUITO e vivia buscando o PIERROT!!!!! Valeu Jorge!!!!! Quase 4 anos depois… Do momento em que nasce uma criança com deficiência e esta é trazida para a casa, o clima emocional da família se transforma. Grande parte da reação inicial a esta notícia será determinada pelo tipo de informação fornecida, a forma como ela é apresentada e a atitude da pessoa que faz a comunicação. Estes aspectos citados serão bastante relevantes podendo determinar a aceitação desta criança no núcleo familiar. É pouco adequada a atitude dos pais em tentar disfarçar os fatos a fim de amenizar o choque dos familiares, principalmente em relação as crianças que conhecem tão bem a “psicologia” dos pais e sentem quando estão sendo enganadas. Todos os pais que aguardam o nascimento de um filho idealizam essa criança que está por vir ao mundo, seja nos aspectos físicos ou comportamentais deste novo ser. Nos primeiros dias após o nascimento da criança é importante que os pais possam conciliar a imagem do bebê que formaram no período da gravidez (bebê idealizado) com as impressões que elas passam a ter deste bebê real. No caso de casais que venham a ter uma criança com qualquer deficiência este momento é muito mais difícil. Assim, alguns mecanismos de defesa surgem no psiquismo destes pais e são manifestos em comportamentos tais como:
o pais negam a importância do problema. Após alta da maternidade médicos encaminham para avaliação em centro de reabilitação e os pais não realizam tal coisa.
o pais projetam a culpa sentida por eles próprios em pessoas próximas, geralmente nos profissionais envolvidos com a criança. Em alguns casos, colocam a culpa no próprio cônjuge.
o Pais afastam-se do bebê, não por que não se preocupem, mas porque é doloroso demais preocupar-se tão profundamente e sentir-se ao mesmo tempo tão completamente impotentes. Os filhos, cujos pais apresentam esse comportamento de rejeição podem desenvolver sentimentos que interfiram em seu comportamento tais como: ansiedade, tensão, sentimentos de inferioridade, auto conceito negativo, insegurança, falta de confiança em si, falta de iniciativa. Superproteção. Mãe. (geralmente nota-se esse tipo de comportamento nas mães) não permite que o filho sofra o mínimo de frustração que é importante para o seu desenvolvimento. Dessa forma, ela deixa de lado sua vida e passa a dirigir toda a sua atenção a esse filho. Frequentemente essa mulher passa a ter dificuldades no seu relacionamento conjugal e com os outros filhos. Ela não se sente digna de ter um momento para si, não consegue uma descarga adequada para as suas tensões e seu conflito aumenta. A criança que a mãe manifesta esse tipo de conduta pode desenvolver comportamentos como: possessividade e egocentrismo, baixa tolerância à frustração, revolta ou apatia. É comum observarmos nesses pais sentimentos naturais de medo, dor, desapontamento, culpa, vergonha, frustrações e uma sensação geral de incapacidade e impotência. Todos esses sentimentos são naturais, pois são raros os seres humanos que poderiam aceitar de imediato um filho portador de uma deficiência. Já falamos sobre o assunto aqui no blog. Agora, depois de ver uma materia na TV, nos animamos ainda mais. A indicação da toxina botulínica tipo A em pacientes neurológicos foi destacada, de forma generalizada, quando estiver presente a espasticidade localizada num músculo ou grupo muscular irresponsiva à farmacoterapia antiespástica tradicional ou à fisioterapia convencional. Nesta situação o enfraquecimento controlado é benéfico, proporcionando a diminuição da dor e/ou espasmo e aumentando a amplitude de movimento (Allergan, 2003). Além disso, é indicada em: espasmos distônicos, distonia cervical, distonia faríngea, distonia oromandibular, cãibra, blefaroespasmo, espasmo palpebral, bruxismo, cefaléia, torcicolo, gagueira, tiques, lesões esportivas, síndrome miofacial, tremor etc. (Baiocato et al, 1999). A indicação no campo da estética é mais ampla, mas não é objetivo desse trabalho. Difícil é achar um profissional que faça uso! |




























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