Direito de ir e vir? Sim, temos! Desde que seja dependendo da boa vontade das pessoas.
Para ir ao dentista.
O plano só cobria nessa clínica em Camaçari.

E até mesmo ao Museu Geológico da Bahia. Cultura X Acessibilidade?

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03
2010
Baile de carnavalPosted by: dsnasc in bobagens, cadeirantes, Escola, Gracinhas, Visitas médicasVocês devem estar se perguntando: Baile de carnaval em março? Todos sabem também, dos meus “medos” de personagens e palhaços, pra nós da família que convivemos com ela, foi um grande avanço ela ter ido de muito boa vontade e coração aberto para a festa. E logo na chegada nos deparamos com o Jorge (o “outro diretor” da escola segundo Camila) vestido de pierrot, o suficiente para desencadear uma crise, e logo, muito bem assistida pela direção que conseguiu reverter a situação.
Tinha muitas fantasias e comilanças. Foi um festão! Passado o susto, ela curtiu MUITO a festa, dançou MUITO se divertiu MUITO e vivia buscando o PIERROT!!!!! Valeu Jorge!!!!! Quase 4 anos depois… Do momento em que nasce uma criança com deficiência e esta é trazida para a casa, o clima emocional da família se transforma. Grande parte da reação inicial a esta notícia será determinada pelo tipo de informação fornecida, a forma como ela é apresentada e a atitude da pessoa que faz a comunicação. Estes aspectos citados serão bastante relevantes podendo determinar a aceitação desta criança no núcleo familiar. É pouco adequada a atitude dos pais em tentar disfarçar os fatos a fim de amenizar o choque dos familiares, principalmente em relação as crianças que conhecem tão bem a “psicologia” dos pais e sentem quando estão sendo enganadas. Todos os pais que aguardam o nascimento de um filho idealizam essa criança que está por vir ao mundo, seja nos aspectos físicos ou comportamentais deste novo ser. Nos primeiros dias após o nascimento da criança é importante que os pais possam conciliar a imagem do bebê que formaram no período da gravidez (bebê idealizado) com as impressões que elas passam a ter deste bebê real. No caso de casais que venham a ter uma criança com qualquer deficiência este momento é muito mais difícil. Assim, alguns mecanismos de defesa surgem no psiquismo destes pais e são manifestos em comportamentos tais como:
o pais negam a importância do problema. Após alta da maternidade médicos encaminham para avaliação em centro de reabilitação e os pais não realizam tal coisa.
o pais projetam a culpa sentida por eles próprios em pessoas próximas, geralmente nos profissionais envolvidos com a criança. Em alguns casos, colocam a culpa no próprio cônjuge.
o Pais afastam-se do bebê, não por que não se preocupem, mas porque é doloroso demais preocupar-se tão profundamente e sentir-se ao mesmo tempo tão completamente impotentes. Os filhos, cujos pais apresentam esse comportamento de rejeição podem desenvolver sentimentos que interfiram em seu comportamento tais como: ansiedade, tensão, sentimentos de inferioridade, auto conceito negativo, insegurança, falta de confiança em si, falta de iniciativa. Superproteção. Mãe. (geralmente nota-se esse tipo de comportamento nas mães) não permite que o filho sofra o mínimo de frustração que é importante para o seu desenvolvimento. Dessa forma, ela deixa de lado sua vida e passa a dirigir toda a sua atenção a esse filho. Frequentemente essa mulher passa a ter dificuldades no seu relacionamento conjugal e com os outros filhos. Ela não se sente digna de ter um momento para si, não consegue uma descarga adequada para as suas tensões e seu conflito aumenta. A criança que a mãe manifesta esse tipo de conduta pode desenvolver comportamentos como: possessividade e egocentrismo, baixa tolerância à frustração, revolta ou apatia. É comum observarmos nesses pais sentimentos naturais de medo, dor, desapontamento, culpa, vergonha, frustrações e uma sensação geral de incapacidade e impotência. Todos esses sentimentos são naturais, pois são raros os seres humanos que poderiam aceitar de imediato um filho portador de uma deficiência. Já falamos sobre o assunto aqui no blog. Agora, depois de ver uma materia na TV, nos animamos ainda mais. A indicação da toxina botulínica tipo A em pacientes neurológicos foi destacada, de forma generalizada, quando estiver presente a espasticidade localizada num músculo ou grupo muscular irresponsiva à farmacoterapia antiespástica tradicional ou à fisioterapia convencional. Nesta situação o enfraquecimento controlado é benéfico, proporcionando a diminuição da dor e/ou espasmo e aumentando a amplitude de movimento (Allergan, 2003). Além disso, é indicada em: espasmos distônicos, distonia cervical, distonia faríngea, distonia oromandibular, cãibra, blefaroespasmo, espasmo palpebral, bruxismo, cefaléia, torcicolo, gagueira, tiques, lesões esportivas, síndrome miofacial, tremor etc. (Baiocato et al, 1999). A indicação no campo da estética é mais ampla, mas não é objetivo desse trabalho. Difícil é achar um profissional que faça uso! A toxina botulínica tipo A (TBA), no tratamento da espasticidade, que é uma alteração motora caracterizada por uma hiperreflexia velocidade e sensibilidade dependente, que resulta de doenças do sistema nervoso central. As toxinas botulínicas são produtos protéicos da Clostridium botulinum, que é um poderoso agente paralisante neuromuscular. Quando injetada em doses mínimas no músculo, a toxina bloqueia a liberação de acetilcolina, desnervando funcionalmente partes do músculo e resultando em uma fraqueza localizada. Desde a sua introdução na clínica, na década de 80, a TBA tem-se mostrado eficiente no tratamento da espasticidade, todas as vezes que a indicação seja correta e acompanhada por um tratamento fisioterápico bem orientado. Cada caso é um caso e o da nossa Camila requer explicações ainda não encontradas: Você, psicopedagogo ou outro profissional da área, ou até mesmo você que tem algum caso idêntico ou conhece alguem assim, por favor ajude-nos. Continuamos na certeza de que “Seu amor e carinho movem a vida da nossa Camilinha!” As pessoas são diferentes umas das outras. Tem gente que anda com os pés, tem gente que anda sobre rodas; Tem gente que vê o mundo com os olhos, e outros com o cheiro, o toque; Somos baixos, altos, temos muitas cores. As línguas e os sotaques são os mais diversos e os sonhos e desejos são igualmente múltiplos. Carol é uma figura, faz capoeira junto com meu irmão Davih e vamos juntas no transporte escolar. Saiba mais sobre a Síndrome de Down Manifesto Ser Diferente é Normal Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down Inclusive – Agência Para Promoção de Inclusão Tem uma nova especialidade me acompanhando agora. É o endócrinologista Dr. Crésio e adivinha… Um médico cadeirante! Estamos retomando as revisões, e teremos novidades mais frequentes agora. “Seu carinho e amor, movem a minha vida“ Uma nova especialiade adentrou ao programa de Camilinha, um endócrinologista pediátrico, Dr. Crésio Alves |