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Quebrando o Silencio!

Quanto tempo!!!

Quantas coisas aconteceram e acabamos deixando você que nos acompanha por tanto tempo, sem noticias nossas.

Num momento muito importante da sua vida, nossa “menina” nao passou por mais  nenhuma interferência cirúrgica desde 2012, com suas revisoes médicas em dia e  cursando o sétimo ano do ensino fundamental, vem passando pela pré adolescência  de uma forma leve e suave.

Nossa Camila cresceu, mudou sua forma de pensar e de se relacionar com o mundo. Tem desejos, sonhos e interesses diferentes  – enfim, sua vida já ganha um novo sentido – a adolescência bate à sua porta.mila-linda

Certamente de agora em diante, nossa Camila se fará presente e exclusiva nas postagens desse seu espaco, de uma forma bem sua que certamente voce vai poder acompanha-la  com o mesmo carinho de sempre e participando muito mais das questóes do seu interesse.

Um beijo grande da Vovo Dilza

Mais um bom dia!

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Bom dia amigos, hoje eu resolvi dar uma passadinha por aqui para informar que o nosso blogger ainda está passando por algumas correções e/ou modificações nas configurações e até mesmo nos textos antigos.
Por falar em textos antigos, nosso site que também completou 11anos  contém dados muito importantes sobre problemas decorrentes da mielomeningocele e suas sequelas. Para isto basta  você clicar  aqui, ou mesmo abrir um dos links  nas CATEGORIAS  na lateral do site.

Veja  aqui um pouco do que você pode  conhecer, ou muito, sobre essa questão ainda tão desconhecida.

Beijos

 

Cidade do Saber (em construção)

Apesar de minha agenda social (escola, médicos, lazer, família etc.) bem cheia, buscamos um espaço no tempo, que me permitisse visitar a Cidade do Saber, acompanhando meu irmão Davih que está matriculado em Karatê e até buscar uma atividade que me permita um envolvimento maior em atividades esportivas e culturais.
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“Segundo Gorgatti (2005) devemos olhar com novos olhos para pessoas portadoras de deficiência e entender que, para que haja uma prática de atividades e exercícios físicos, são necessárias adaptações. Sendo assim necessário “enxergar” não a limitação e nem as desvantagens da deficiência, mas sim suas capacidades, possibilidades e potencialidades. Portanto, a essência da prática de atividades físicas contribui para um efetivo processo a fim de assegurar os direitos humanos e os sociais e melhorar a qualidade de vida.”

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Certa estou de que já, estarei fazendo parte em alguma das atividades esportivas ou culturais neste grande espaço que tem como grande Missão:
“Democratizar o acesso a bens culturais, esportivos e educacionais, garantindo a excelência na construção da cidadania.”

CEDEBA

O CEDEBA é uma unidade de referência de média complexidade para a assistência especializada aos portadores de Diabetes e outras Endocrinopatias.

A que se destina o CEDEBA:

  • Garantir uma assistência especializada para o paciente diabético através de equipe multidisciplinar capacitada
  • Retardar ou atenuar as complicações crônicas incapacitantes, diminuindo custo social para o Estado
  • Garantir uma assistência especializada aos portadores de outras endocrinopatias (obesidade, doenças osteometabólicas, doenças da tireóide, entre outras)
  • Treinar e capacitar recursos humanos especializados, garantindo a estruturação de uma rede de assistência primária na capital e interior do Estado
  • Desenvolver pesquisas científicas a partir de experiências clínicas vivenciadas com a população assistida na Unidade.

Área Assistencial:

  • Triagem médica e enfermagem nas áreas de diabetes e endocrinologia geral
  • Consulta e acompanhamento aos portadores de diabetes e outras doenças endócrinas com equipe interdisciplinar (endocrinologista geral e pediátrico, ginecologista, obstetra, angiologistas, clínico geral, enfermeiras, auxiliares de enfermagem, assistentes sociais, psicóloga, nutricionistas, odontólogas e sanitarista) através dos seguintes ambulatórios: diabetes tipo 1, diabetes tipo 2, endocrinologia pediátrica, ginecologia endócrina, climatério, ” pré diabético” (prevenção e tratamento), pré-natal de alto risco, com obesidade associada a outras doenças (em fase de implantação)
  • Psicoterapia ( individual e em grupo)
  • Dispensação de medicamentos

Saiba mais

Rejeição x Superproteção

Do momento em que nasce uma criança com deficiência e esta é trazida para a casa, o clima emocional da família se transforma. Grande parte da reação inicial a esta notícia será determinada pelo tipo de informação fornecida, a forma como ela é apresentada e a atitude da pessoa que faz a comunicação. Estes aspectos citados serão bastante relevantes podendo determinar a aceitação desta criança no núcleo familiar. É pouco adequada a atitude dos pais em tentar disfarçar os fatos a fim de amenizar o choque dos familiares, principalmente em relação as crianças que conhecem tão bem a “psicologia” dos pais e sentem quando estão sendo enganadas.

Todos os pais que aguardam o nascimento de um filho idealizam essa criança que está por vir ao mundo, seja nos aspectos físicos ou comportamentais deste novo ser. Nos primeiros dias após o nascimento da criança é importante que os pais possam conciliar a imagem do bebê que formaram no período da gravidez (bebê idealizado) com as impressões que elas passam a ter deste bebê real. No caso de casais que venham a ter uma criança com qualquer deficiência este momento é muito mais difícil. Assim, alguns mecanismos de defesa surgem no psiquismo destes pais e são manifestos em comportamentos tais como:

  • Negação.

o pais negam a importância do problema. Após alta da maternidade médicos encaminham para avaliação em centro de reabilitação e os pais não realizam tal coisa.

  • Projeção.

o pais projetam a culpa sentida por eles próprios em pessoas próximas, geralmente nos profissionais envolvidos com a criança. Em alguns casos, colocam a culpa no próprio cônjuge.

  • Rejeição.

o Pais afastam-se do bebê, não por que não se preocupem, mas porque é doloroso demais preocupar-se tão profundamente e sentir-se ao mesmo tempo tão completamente impotentes.

Os filhos, cujos pais apresentam esse comportamento de rejeição podem desenvolver sentimentos que interfiram em seu comportamento tais como: ansiedade, tensão, sentimentos de inferioridade, auto conceito negativo, insegurança, falta de confiança em si, falta de iniciativa.

Superproteção.

Mãe. (geralmente nota-se esse tipo de comportamento nas mães) não permite que o filho sofra o mínimo de frustração que é importante para o seu desenvolvimento. Dessa forma, ela deixa de lado sua vida e passa a dirigir toda a sua atenção a esse filho. Frequentemente essa mulher passa a ter dificuldades no seu relacionamento conjugal e com os outros filhos. Ela não se sente digna de ter um momento para si, não consegue uma descarga adequada para as suas tensões e seu conflito aumenta.

A criança que a mãe manifesta esse tipo de conduta pode desenvolver comportamentos como: possessividade e egocentrismo, baixa tolerância à frustração, revolta ou apatia. É comum observarmos nesses pais sentimentos naturais de medo, dor, desapontamento, culpa, vergonha, frustrações e uma sensação geral de incapacidade e impotência. Todos esses sentimentos são naturais, pois são raros os seres humanos que poderiam aceitar de imediato um filho portador de uma deficiência.

Leia mais.

Toy Story Fest

Vocês ja assistiram Toy Story? Esse filme faz parte de nossas vidas. Desde de muito cedo, Davih e Dante se apaixonaram pelos personagens Buzz e Woody e consequentemente ficou a Jessie para mim. Até que surgiu essa idéia de comemorar o aniversário do meu irmão à carater e foi lindo.
No ano que vem, eles voltam ao cinema com Toy Story 3, nos resta esperar. Fica a dica!

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Não ficou lindo??