O CEDEBA é uma unidade de referência de média complexidade para a assistência especializada aos portadores de Diabetes e outras Endocrinopatias.
A que se destina o CEDEBA:
Garantir uma assistência especializada para o paciente diabético através de equipe multidisciplinar capacitada
Retardar ou atenuar as complicações crônicas incapacitantes, diminuindo custo social para o Estado
Garantir uma assistência especializada aos portadores de outras endocrinopatias (obesidade, doenças osteometabólicas, doenças da tireóide, entre outras)
Treinar e capacitar recursos humanos especializados, garantindo a estruturação de uma rede de assistência primária na capital e interior do Estado
Desenvolver pesquisas científicas a partir de experiências clínicas vivenciadas com a população assistida na Unidade.
Área Assistencial:
Triagem médica e enfermagem nas áreas de diabetes e endocrinologia geral
Consulta e acompanhamento aos portadores de diabetes e outras doenças endócrinas com equipe interdisciplinar (endocrinologista geral e pediátrico, ginecologista, obstetra, angiologistas, clínico geral, enfermeiras, auxiliares de enfermagem, assistentes sociais, psicóloga, nutricionistas, odontólogas e sanitarista) através dos seguintes ambulatórios: diabetes tipo 1, diabetes tipo 2, endocrinologia pediátrica, ginecologia endócrina, climatério, ” pré diabético” (prevenção e tratamento), pré-natal de alto risco, com obesidade associada a outras doenças (em fase de implantação)
Do momento em que nasce uma criança com deficiência e esta é trazida para a casa, o clima emocional da família se transforma. Grande parte da reação inicial a esta notícia será determinada pelo tipo de informação fornecida, a forma como ela é apresentada e a atitude da pessoa que faz a comunicação. Estes aspectos citados serão bastante relevantes podendo determinar a aceitação desta criança no núcleo familiar. É pouco adequada a atitude dos pais em tentar disfarçar os fatos a fim de amenizar o choque dos familiares, principalmente em relação as crianças que conhecem tão bem a “psicologia” dos pais e sentem quando estão sendo enganadas.
Todos os pais que aguardam o nascimento de um filho idealizam essa criança que está por vir ao mundo, seja nos aspectos físicos ou comportamentais deste novo ser. Nos primeiros dias após o nascimento da criança é importante que os pais possam conciliar a imagem do bebê que formaram no período da gravidez (bebê idealizado) com as impressões que elas passam a ter deste bebê real. No caso de casais que venham a ter uma criança com qualquer deficiência este momento é muito mais difícil. Assim, alguns mecanismos de defesa surgem no psiquismo destes pais e são manifestos em comportamentos tais como:
Negação.
o pais negam a importância do problema. Após alta da maternidade médicos encaminham para avaliação em centro de reabilitação e os pais não realizam tal coisa.
Projeção.
o pais projetam a culpa sentida por eles próprios em pessoas próximas, geralmente nos profissionais envolvidos com a criança. Em alguns casos, colocam a culpa no próprio cônjuge.
Rejeição.
o Pais afastam-se do bebê, não por que não se preocupem, mas porque é doloroso demais preocupar-se tão profundamente e sentir-se ao mesmo tempo tão completamente impotentes.
Os filhos, cujos pais apresentam esse comportamento de rejeição podem desenvolver sentimentos que interfiram em seu comportamento tais como: ansiedade, tensão, sentimentos de inferioridade, auto conceito negativo, insegurança, falta de confiança em si, falta de iniciativa.
Superproteção.
Mãe. (geralmente nota-se esse tipo de comportamento nas mães) não permite que o filho sofra o mínimo de frustração que é importante para o seu desenvolvimento. Dessa forma, ela deixa de lado sua vida e passa a dirigir toda a sua atenção a esse filho. Frequentemente essa mulher passa a ter dificuldades no seu relacionamento conjugal e com os outros filhos. Ela não se sente digna de ter um momento para si, não consegue uma descarga adequada para as suas tensões e seu conflito aumenta.
A criança que a mãe manifesta esse tipo de conduta pode desenvolver comportamentos como: possessividade e egocentrismo, baixa tolerância à frustração, revolta ou apatia. É comum observarmos nesses pais sentimentos naturais de medo, dor, desapontamento, culpa, vergonha, frustrações e uma sensação geral de incapacidade e impotência. Todos esses sentimentos são naturais, pois são raros os seres humanos que poderiam aceitar de imediato um filho portador de uma deficiência.
Vocês ja assistiram Toy Story? Esse filme faz parte de nossas vidas. Desde de muito cedo, Davih e Dante se apaixonaram pelos personagens Buzz e Woody e consequentemente ficou a Jessie para mim. Até que surgiu essa idéia de comemorar o aniversário do meu irmão à carater e foi lindo.
No ano que vem, eles voltam ao cinema com Toy Story 3, nos resta esperar. Fica a dica!
As pessoas são diferentes umas das outras. Tem gente que anda com os pés, tem gente que anda sobre rodas; Tem gente que vê o mundo com os olhos, e outros com o cheiro, o toque; Somos baixos, altos, temos muitas cores. As línguas e os sotaques são os mais diversos e os sonhos e desejos são igualmente múltiplos.
Conviver com as diferenças possibilita uma troca de conhecimentos enriquecedora, e é o primeiro passo para se aprender a valorizá-las e respeitá-las.
Carol é uma figura, faz capoeira junto com meu irmão Davih e vamos juntas no transporte escolar.
Estamos morando com a vovó Dilza agora, em arembepe litoral de Camaçari, média de 28 km da sede onde sempre moramos, respirando ar puro e sendo muito paparicados pela avó, sabem como é né…
Estamos nos adptando a uma nova rotina diária, acordando bem cedinho pra ir a escola que fica uns 40 min de casa, almoçando mais tarde que de costume, dormindo bem mais cedo. Mas no final de semana certamente teremos recompensas. Quando as chuvas passarem, praia, praia e PRAIA.
Por enquanto é só, enquantos nos acostumamos .
7 Anos e 7 armações de óculos, será uma boa média?
É bem verdade que não nasci de óculos mas, o primeiro foi com 4 meses.
Vamos buscar nos arquivos fotos com cada um deles pra mostrar aqui.
As férias estão quase acabando…
Beijos
Dica de presente para namorado, amigo… Vista você também!
O Tema não interessa só aos “Namorados”, a INCLUSÃO está aí (onde???) vamos brincar com ela e trazê-la pra nossas vidas, de forma descontraída e bem humorada, como deve ser a vida, e sem barreiras.