DIASTEMATOMIELIA
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Constatado conforme suposição do José Roberto Tude e resultado das Ressonâncias Magnéticas, Camilinha está mesmo com a Medula Ancorada e já teve sua cirurgia agendada para 20 de dezembro. Só mesmo nossa Milinha estar internada às vésperas do Natal!
Isso pode gerar sinais ou sintomas evidentes já por ocasião do nascimento. A criança portadora de mielomeningocele freqüentemente tem a medula presa e o ancoramento deve-se, não somente às cicatrizes que envolvem o local da correção cirúrgica, mas também a outras malformações congênitas associadas.
Outras formas de medula presa são a lipomeningocele (ou lipoma espinhal), o filamento terminal espessado (fibrolipoma do filamento terminal), a fístula neuroectodérmica, a diastematomielia (medula dividida por septos ósseos ou cartilaginosos) etc
Divisão da medula espinhal em duas porções longitudinais, paralelas, separadas por um septo ósseo ou fibroso. É mais comum nas regiões torácica baixa e lombar alta.
Com o crescimento da criança, a medula é tracionada podendo resultar em anormalidades esqueléticas e neurológicas.
Pode existir associação com sinais na pele (tufos localizado de pelos ou uma depressão feito covinha) e, ocasionalmente, mielomeningocele (defeito do fechamento da medula) ou hidrocefalia (dilatação das cavidades naturais do cérebro).
Radiografia simples da coluna mostra alterações suspeitas para o diagnóstico que será confirmada com mielo-tomografia computadorizada ou ressonância magnética.

















